17/11/07
ZORBA, O Grego
Sartre sempre falava que o homem é condendado a ser livre. O filme Zorba é uma bela mostra dos ideais existencialistas. O filme inicia com a chegada do escritor Basil (Alan Bates) à Grécia, e embarcando para Creta, com a finalidade de tormar posse da herança deixada por seu pai, uma mina. Enquanto espera a embarcação conhece Aléxis Zorba (Anthony Quinn), um camponês para quem não há o certo e o o errado. Quando Zorba concorda em trabalhar na mina abandonada de Basil, inicia-se um aprendizado , e uma mudança no jovem escritor, ele gradualmente passa de observador passivo do mundo a participante, ao travar contato com uma cultura diferente da sua, diante do novo Basil se recolhe, Zorba o chama à vida. Além da famosa dança de Zorba, eternizada por Quinn, o filme nos mostra sermos responsáveis, total e completamente, por nossas escolhas e ações.
Revista Filosofia, Ciência & Vida ANO II, nº 16
Dica: Zorba, o Grego, de Nikos Kazantzakis, Abril Cultural, SP, 1974.
FICHA TÉCNICA
TÃtulo Original: Zorba, the Greek
Direção e Roteiro: Michael Cacoyannis
Gênero: Drama
Origem: Estados Unidos (1964)
Duração 141 minutos

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