2/6/09
Mundo Lixo
Certa vez, conversando como prof. Aziz Ab’Saber, ele contou a lenda de um povo que sucumbiu pelo detrito que produzia, só restando como herança cultural dessa comunidade o entulho. O filme “Wall-E” retrata essa possibilidade. Durante gerações o homem foi consumindo e descartando, criando montanhas e montanhas de lixo. Como solução o presidente mundial opta por presentear a humanidade com um cruzeiro intergaláctico, enquanto os robôs cuidam de tentar salvar a Terra. Por sinal, o mundo se tornou uma grande empresa “Buy N Large” algo como compra grande, e de certa forma como parte do que adquirimos se transforma em dejetos, grande compras resultam montanhas de lixo. Wall-E, é a sigla para (Waste Allocation Load Lifter Earth-Class, uma tradução livre seria ”Guindaste de Carga e Distribuição de Dejetos Classe-Terra”), o último robô que se mantém em funcionamento graças a sua função de auto-conserto, tem por função compactar todo o lixo deixado pela humanidade. Um ficção não muito longe da realidade.
Revista Filosofia, Ciência e Vida, ano III, n° 33
Título original: Wall-E
Gênero: Animação
Ano: 2008 (Estados Unidos)
Diretor: Andrew Stanton

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